JPRADO


11/10/2005


"O mundo não é, ele está sendo."

Valeu por essa meu caro.

Comisso aprendi muito.

Escrito por Júlio às 19h34
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26/09/2005


JORNAL NACIONAL
Pedro Dom, um dos nossos

Gilson Caroni Filho (*)

A mídia, por seu campo e estrutura narrativa, ignora a "vida inteira que poderia ter sido e não foi". Formato de divulgação de um evento, a notícia não comporta o poético que se insinua como "matéria quente". Assim, não deixa de surpreender a maneira como o Jornal Nacional anunciou a morte do assaltante Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom. Jovem de classe média que, nos últimos seis meses, comandou uma onda de assaltos a residências na Zona Sul, Dom morreu na madrugada de quinta-feira (15/9), após trocar tiros com a polícia num prédio na Lagoa.

Com entonação adequada, William Bonner abriu o telejornal informando que "terminou hoje, no Rio, de forma violenta, a vida de mais um jovem brasileiro envolvido com drogas. Um rapaz que, segundo a família, teve todas as oportunidades de ser um cidadão de bem. Mas que, num determinado momento, escolheu o caminho do crime". Registre-se que não há qualquer restrição à carga emotiva do relato. A vida, qualquer uma, merece apreço e sua interrupção abrupta deve ser descrita com solenidade e pesar. O que move este pequeno artigo não é o procedimento adotado, mas sua excepcionalidade. Por que não é extensivo a outros episódios semelhantes? Por que, contrariando antiga música de Chico Buarque, somente nesse caso "a dor da gente saiu no jornal"?

Segundo os teóricos do jornalismo, são quatro os fatores mais importantes numa notícia: novidade, proximidade, tamanho e importância. Talvez ao segundo, mais que aos outros, se deva o tratamento diferenciado da parte inicial da cobertura. Os demais aspectos foram subordinados à proximidade. Não a física, área de atuação do assaltante e local em que foi abatido, mas a social, aquela que é determinada por sua inserção de classe.

Pedro era um jovem de extração mediana, tinha a cidadania à mão, mas optou pela criminalidade. O que comove, como podemos depreender do trecho acima, é a tragédia de um transgressor de boa cepa. Alguém que nasceu em berço garantidor de uma vida de privilégios, mas abraçou o desvio. Sua desventura foi pertencer a um restrito grupo que, na sociedade brasileira, pode escolher. E o fez na rota inversa ao esperado. Apesar da brutalidade com que tratava as vítimas e do envolvimento com o tráfico, era "um dos nossos".

A contrição inicial de Bonner é sintoma do condicionamento classista no discurso jornalístico. Um ingrediente a mais no que Wanderley Guilherme dos Santos chamou de "dramaturgia do Jornal Nacional".

Regalias no réquiem

Segundo Luke Thomas Dowdney, pesquisador e coordenador do projeto Crianças e Jovens em Violência Armada e Organizada (Coav, sigla em inglês), estudos estimam que 50% das pessoas ligadas a organizações criminosas tenham menos de 18 anos. "O envolvimento pode começar muito cedo, aos 10 ou 11 anos de idade". São, ao contrário de Dom, crianças que não têm nenhuma oportunidade de sonhar com vida digna e cidadania. Só conhecem o Poder Público quando ele entra atirando. Muitos são órfãos de balas perdidas e vêem, como único caminho de mobilidade social, o ingresso numa facção.

Os soldados do tráfico sonham com um generalato que lhes assegure o temor dos pares e o glamour da mídia. Se a vida é breve demais, que fique o registro de que foram menestréis na arte de matar e morrer. Se tiverem sorte, obterão lides e suítes. Se não der, uma breve nota, em página ímpar, será a única prova material de que existiram de fato. Nascerão quando morrerem, dependendo da boa vontade do editor e do talento de quem diagramar.

Devem estar atentos, entretanto, ao destino que lhes reservam os autores dos folhetins midiáticos. Por sua extração de origem, o assaltante de classe média teve regalias no réquiem editorial. Não faltou espaço discursivo a quem chorou sua perda. O pai de Pedro Dom, o policial aposentado Luiz Victor Lomba, acusou a polícia de extorquir dinheiro do filho e executá-lo. O chefe da Polícia Civil, Álvaro Lins, minimizou as afirmações, atribuindo-as ao "desespero de um pai que perdeu o filho". Eis um exemplo de conjugação improvável; desdém e solidariedade corporativa.

Vinheta sem devir

Há três anos, Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê, foi morto numa rebelião, em Bangu 1, liderada pelo rival Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Sua mãe, Georgina, chorando e quase aos gritos, disse que o filho "estava pagando o que fez e foi injustiçado". O poder público não ouviu sua voz. A imprensa a tornou inaudível.

No Rio de Janeiro, 1.195 pessoas morreram em "atos de resistência" somente no ano de 2003. No último decênio, o estado conta 39 mil desaparecidos. São números de uma enraizada lógica do extermínio. O uso da violência direta como forma de controle social é conhecido por 1,4 milhão de pessoas que habitam as 630 favelas da cidade. São dados que não incorporam o contingente de excluídos que moram fora da Região Metropolitana. Em 2004, o representante da Anistia Internacional para o Brasil, Tim Cahill, afirmou que, nos últimos oito anos, o número de mortes provocado por agentes de segurança aumentou 300%.

Para ser fidedigno, o jornalismo brasileiro teria que atuar no campo das probabilidades. Só assim, com ar formal e voz de tenor, William Bonner acertaria na mosca ao abrir o Jornal Nacional afirmando que "terminaram hoje, no Rio, de forma violenta, as vidas de dezenas de jovens envolvidos ou não com drogas. Pessoas que nunca tiveram a oportunidade de ser cidadãos de bem e que, num dado momento, obedeceram ao script esboçado pelo tecido social". Que fique claro aos telespectadores que, por conivência ou omissão, vivemos uma realidade editada.

Não poderia ter sido. Não foi. E não será. Uma vinheta sem devir se avizinha.

(*) Professor-titular de Sociologia da Facha, Rio de Janeiro

Escrito por Júlio às 16h48
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24/09/2005


Um bom pensamento para o dia...

Depois que o barco afunda há sempre alguém que sabe como ele poderia ser salvo.

provérbio italiano.

Escrito por Júlio às 09h27
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14/09/2005


Escrito por Júlio às 10h26
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Escrito por Júlio às 10h25
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"O mundo insiste em nos moldar num contexto onde simplesmente passamos. Nascemos, crescemos, morremos e pronto. Nós devemos lutar contra isso."

Quando cheguei em casa no dia 02 de agosto a primeira coisa que fiz, depois de beijar a Mic, que não me via há pelo menos quinze horas desde minha saída para o trabalho e depois a facul, foi conversar com ela e tentar digerir essa frase dita pelo andré na sala de aula. Disse que essa frase valeira minha passagem, já tardia pelo curso de jornalismo, se assim o fosse. Única e tão somente a chance de ouvir isso representou muito pra mim. O mais bacana dessa história toda e, particularmente o que acho o maior barato da comunicação, é essa facilidade em manter relações exatas entre nosso consciente pensante e sentidos ocultos em nossa cabeça, ou no coração, como quisermos, mas que absolutamente explode em determinados momentos e usa como pavio frases e pensamentos como o do André naquele. Valeu, meu caro, naquele dia eu cresci um pouquinho. Foi mais um elo da corrente da caverna que se quebrou. 

Júlio.

 

 

Escrito por Júlio às 10h19
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07/09/2005


Filosofia da linguagem.

Desde que iniciei o curso de jornalismo, quatro anos atrás desejo escrever um trabalho sobre a filosofia da linguagem. Quero escrever sobre a relação próxima que existe entre linguagem e poder. Atualmente conseguimos identificar isso com muita tranparência, especialmente no meio de tanta informação que corre nos veículos de comunicação. Meu primeiro objeto de estudo será a linguagem manuscrita. Quero tentar entendê-la, tentar interpreta-la e quem sabe conseguir provar que a linguagem manuscrita está diretamente ligada à expressão de poder. É notável a preocupação de pessoas em condições de submissão em fazer com que a letra seja entendida, decifrada. Em contrapartida a letra manuscrita de pessoas em situação de domínio não apresenta tanta preocupação formal. O objetivo dessa análise especificamente é mostrar como o desejo do poder, ou da expressão de poder inicia já na expressão da escrita. É como se os médicos (por exemplo) numa tentativa de tornar claro o domínio e autonoia de sua ação no ato de prescrever uma receita não desse a mínima importância para a forma de se escrever.

Preciso reunir mais recursos para esse primeiro momento do estudo.          

Escrito por Júlio às 18h00
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27/08/2005


O que as escolas não ensinam.


 
POR BILL GATES
 
Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou em uma conferência em uma escola secundária sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola.
Ele fala sobre como a "política educacional de vida fácil para as crianças" têm criado uma geração sem conceito da realidade, e como esta política têm levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.
Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais...
Bill Gates falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero a jato...

Regra 1: A vida não é fácil: acostume-se com isso.
Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
Regra 3: Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele  não terá pena de você.
Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: Eles chamam de oportunidade.
Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são "ridículos". Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido...,RUA!!!!! Faça certo da primeira vez!
Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10: Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boite e ir trabalhar.
Regra 11: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

Bill Gates.

Escrito por Júlio às 13h52
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Muito bacana!!!!

Estudantes de Engenharia estão divulgando esse texto, que além de bem-humorado, faz  sentido. Use seu senso detetivesco e acompanhe com eles as investigações sobre

"O CRIME DA MALA"

Segundo Roberto Jefferson, o mensalão do PT era transportado em malas. Primeira questão: você transportaria uma alta quantia de dinheiro em uma mala enorme, com todo o ar de coisa suspeita? Numa discreta valise de executivo, talvez. Uma destas valises mede 40 cm de largura por 35 cm de comprimento, tendo em torno de 5 cm de profundidade. Uma nota de 50 ou 100 reais em 12 cm X 6 cm, logo, uma valise comportaria com segurança quatorze maços de quinhentas notas o que equivale a sete mil notas.
Ainda, segundo Roberto Jefferson, o mensalão era de trinta mil reais, o que em notas de cem daria um pacote de trezentas notas. Levando-se em conta que esse dinheiro não poderia ser depositado em conta corrente, o jeito era levar pra casa e ir gastando.
Você já tentou trocar uma nota de cem?
Bem, trocar trezentas notas de cem não deve ser fácil , mesmo para um deputado. Então vamos supor que o mensalão fosse pago em notas de cinqüenta. Jefferson disse que a bancada do PP, que é composta de 53 deputados, e a do PL, com 55, recebiam o mensalão de 30 mil reais. O que dá um total de 108 mensalistas, recebendo a quantia de três milhões, duzentos e quarenta mil reais por mês, o que em notas de 50 equivale a 64.800 notas, que seriam então transportadas em nove malas, já que cada mala carrega sete mil notas.
As malas iriam então com trezentos e cinqüenta mil reais, ou seja dez deputados e 1/6 de um. Como não existe alguém 1/6 corrupto, vamos assumir dez malas, para juntar numa mais vazia os pedaços de corruptos que sobram.
Ainda segundo Jefferson, o pagamento aos dirigentes de partidos era feito numa sala ao lado da sala do Chefe da Casa Civil, em pleno Palácio de Governo, por Delúbio Soares, que não ocupava cargo nenhum no mesmo Governo.
Delúbio levaria todos os meses dez malas para dentro do Palácio, para entregar a dirigentes de partidos. Tudo isso discretamente, sem chamar a atenção de ninguém.
Delúbio só tem duas mãos. Também não seria muito simples entrar no Palácio com alguns carregadores ou com um daqueles carrinhos de aeroporto, logo, ele poderia transportar - no máximo- duas malas, o que já seria muito suspeito.
Alguém anda por aí com uma mala de executivo em cada uma das mãos, sem que ninguém repare?
Delúbio teria de entrar então, discretamente. Com uma mala de cada vez. O
que daria dez viagens num mesmo dia. Impossível passar desapercebido. Então, vamos imaginar que os deputados aceitassem receber em dias diferentes. Quão generoso deve ser o que ficou com a última remessa.
Mas, vamos em frente.
Seriam dez visitas ao Palácio por mês, sempre se encontrando com os dirigentes do PL e do PP. Tudo isso, no maior sigilo. A semana tem cinco dias úteis, o que obrigaria Delúbio a ir diariamente ao Planalto por duas semanas consecutivas, todos os meses do ano, sem levantar suspeitas. Mas, como se sabe que a semana de Brasília tem apenas três dias, isso se estenderia por mais uma semana.
Três semanas no mês, o tesoureiro do PT, que não tinha cargo no Governo, entrando com uma mala e encontrando-se com dirigentes de partidos da
base aliada, que também deviam portar malas. Claro! Se o cara entra na sala delubiana sem mala e sai com uma , é um mico de proporções assustadoras.
Além do que, esta operação implicaria na compra de dez malas iguais por mês,
a um custo de aproximadamente mil reais cada uma. Um terço de mensalão, só
em malas.
E de onde viria tanto dinheiro?
Segundo Karina Sommagio das empresas de Marcos Valério, um corruptor tão ingênuo que deixa seu Office-boy, que deve ganhar menos de quinhentas pratas ao mês, sacar em dinheiro das contas da empresa um milhão de reais e vir tranqüilão, com três valises, ou uma grande mala pelas ruas de Belo Horizonte, uma cidade sem nenhuma violência e com os Office-boys mais honestos do mundo, pois, embora trabalhem para corruptores de deputados, jamais pensaram em sacanear seus patrões e fugir com a grana direto pro Aeroporto da Pampulha, morrendo de rir do babaca do patrão que não pode nem dar queixa à polícia...!!!
Senhores, essa história tem mais furos do que queijo suíço e só há uma explicação para a imprensa não ter parado para fazer essa conta: jornalistas não sabem matemática.
Por isso, prestaram vestibular para Comunicação Social.
Viva a Engenharia!
 

Escrito por Júlio às 13h50
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A trajetória do herói

O Quarteto Fantástico (Fantastic Four)

Direção: Tim Story
Ano de produção: 2005.
Júlio César do Prado Domingos. 1º período de jornalismo. 
1 O mundo comum -   Dr. Reed Richards era um inventor, cientista e astronauta
sonhador que queria descobrir os segredos dos códigos genéticos do homem e
assim ajudar a humanidade. Ele sofria com a falta de recursos para bancar a
missão que o levaria à descoberta de sua vida.
2 chamado à aventura - Depois de ter cortados os recursos da pesquisa,
financiada pelo governo, Dr. Reed aceitou o financiamento de seu velho rival
dos tempos de faculdade, Victor Von Doom (O senhor Destino), que tinha se
tornado um industrial billionário. Dr. Reed seria o chefe de uma missão
espacial, em direção ao centro de uma tempestade cósmica onde descobririam 
os segredos dos códigos genéticos dos seres humanos.
3 recusa ao chamado - Seria uma aventura arriscada e a  equipe de Reed era
formada por seu melhor amigo, Ben Grimm (o coisa), Sue Storm (A mulher
invisível), grande amor de Reed,  o irmão caçula de Sue, o piloto Johnny
Storm (o tocha Humana) e o "amigo" financiador do projeto: Von Doom. Nessa
hora aparece o receio em pôr a vida das pessoas mais importantes pra ele em
risco. Esse conflito aparece nas entrelinhas quando ele questiona, ao lado de
Bem, a garantia no acerto dos cálculos.
4 Encontro com um mentor - O mentor aparece inserido no próprio heroi, era a
a suposta segurança de Ter se dedicado a vida toda nas pesquisas.
Identificamos isso na conversa dele com Sue quando ela lembra que ele sempre
se dedicou à pesquisas e não tinha como errar.
5 Travessia do primeiro limiar -  Reed descobre um erro de cálculo com
relação à velocidade da tempestade. A nave é envolvida pela tormenta por
alguns instantes  e a radiação cósmica transforma a genética de toda a
equipe. Reed ganha a habilidade de esticar e contorcer seu corpo, Sue é capaz
de se tornar invisível e de projetar campos de força e se torna a Mulher
Invisível,  Johnny torna-se o Tocha Humana e Bem uma criatura rochosa: O
Coisa.
6 testes aliados e inimigos - Quando chegam de volta à terra todos passam por
quarentena. Ainda sensíveis ao estranho fato, todos deixam o hospital, mas a
história começa a narrar a postura de personalidade de cada um. Isso fica
claro na reação de cada cientista ao descobrir os novos poderes e os novos
problemas. Von Doom fica frustrado com a perda da empresa e da mulher
que "amava" para o principal rival. Ao descobrir os novos poderes passa a usa-
los para se vingar matando os diretores da corporação e perseguindo os outros
cientistas que participaram da aventura. O oposto acontece com Bem, que
descobre as deformações no corpo, também passa por uma crise de perdas da
mulher, das características humanas, da antiga vida, entretanto não segue
pelo caminho do mal.
7 Aproximação da caverna oculta - Sue não consegue lidar com a suposta
hostilidade que os novos poderes e o contato com os humanos normais
representa e entra em conflito consigo mesma.  Talvez Johny seja o heroi que
tenha sofrido menos com isso casualmente por Ter uma personalidade meio que
de criança e não esquentar muito com nada, embora ironicamente ele fosse o
tocha! Reed tem seu conflito ao tentar descobrir a formula para simular a
tempestade e fazer com que os amigos voltem ao normal, mas o principal
exemplo de aproximação do filme é quando Bem encontra Von Don (já como Sr.
Destino) e aceita a ajuda para voltar ao normal. Foi o exemplo clássico da
ida à caverna profunda e do mergulho às trevas. O contato com o inimigo fez
com que ele voltasse ao normal e imediatamente fosse eliminado.
8 Provação Suprema -  Com a sanguinária perseguição de Destino ao grupo de
cientistas, o Quarteto Fantástico se vê obrigado a entrar num embate com o
inimigo e ali usam pela primeira vez numa luta os novos poderes. A briga
segue e cada um parece ser destruído pelo Sr. Destino e quando tudo parece
Ter se acabado...
9 Reconpensa - Bem, que tinha sido derrotado por Destino depois de se tornar
humano novamente descobre o valor dos poderes que tinha ganhado.  O tocha
também descobre isso no momento em que encara seu maior desafio: na tentativa
de salvar o grupo da explosão do míssil disparado por destino. Ele pula do
último andar do prédio e atrai o míssil, que é termo-guiado, para longe
salvando os amigos. Ali ele descobre que os poderes que tinha  ganhado eram
muito mais que um simples instrumento para sua autopromoção. Reed ganha a
simpatia, o respeito e o amor de Sue.
10 O caminho de volta - Eles esquecem a necessidade de voltarem a serem
pessoas normais e decidem lutar juntos contra o inimigo. Acontece que Dr.
Destino era muito forte e os três estavam quase sendo derrotados.
11 - Ressurreição - A ressurreição clássica dessa história acontece através
da ressurreição de Bem, que tinha sido derrotado por Destino. Ele não só
reanima contrariando sua morte depois de ser atacado (já como humano) pelo
inimigo, mas ressurgindo como O COISA quando tudo parecia Ter se perdido. O
grupo também se "ressucita" depois do aparecimento do Coisa na batalha e
derrotam o Sr. Destino.
12 - Retorno com o elixir -  Depois da vitória eles voltam à vida comum,
entre os humanos, mas com a certeza do que tinham se tornado, com os
conflitos resolvidos e a real situação, o fato de terem se tornado super-
herois. Eram seres diferenciados e agora certos da nova missão: defender a
humanidade. Como toda história de mocinho e bandido, nessa o heroi fica com a
garota (reed declara seu amor a Sue) e tem beijo no final.

Escrito por Júlio às 13h49
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20/08/2005


Possível análise de " A vida é uma laranja"

É doce, mas pra gente chegar no caldo muitas vezes tem de amargar o sumo...

Escrito por Júlio às 14h08
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Amizade de Boteco.

essa eu tinha que publicar.
um mail que recebi de uma colega de trabalho e que diz muita coisa, muito bacana.
 
 
Eu já li tanta coisa na internet sobre a amizade que cheguei à conclusão de que é impossível viver sem ela. Mas nada tem  tanta profundidade, tanta significação do que o que estava escrito na parede de  um boteco de beira de estrada, no interior:
 

"Nunca fiz amigos bebendo leite!"

Escrito por Júlio às 14h06
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19/08/2005


Só pra começar!!!!

A vida é uma laranja!!!!

Vou pensar nisso e tentar descobrir as possíveis explicações filosóficas sobre a expressão.

Escrito por Júlio às 16h58
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